O pecado entre a dogmática luterana e a psicologia kierkegaardiana
DOI:
https://doi.org/10.58882/cllq.v10i2.224Palavras-chave:
Kierkegaard, Lutero, PecadoResumo
Nesse artigo, procuramos expor a doutrina do pecado à luz das concepções de Lutero e de Kierkegaard. O primeiro propunha que o pecado corrompeu totalmente os pensamentos, os sentimentos e as ações humanas. Para o reformador, nem as boas obras seriam capazes de instaurar a salvação, tendo em vista que o pecado gera a incapacidade do ser humano ir a Deus via obras. Diferentemente da concepção luterana, Kierkegaard alude que a psicologia não trata da realidade do pecado no ser humano, ela apenas pergunta pela estrutura do homem angustiado diante da possibilidade da liberdade. Para tanto, o conceito de pecado na visão do dinamarquês, vincula-se ao salto qualitativo, isto é, uma decisão que irá suprimir o pecado hereditário.
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